Sensores TPMS diretos trocam frequência de transmissão por vida útil da bateria, deixando o software de fusão para preencher a lacuna entre atualizações de rádio pouco frequentes e o sinal de pressão contínuo que os sistemas veiculares esperam.
Como um sensor pode transmitir apenas uma vez a cada 60 a 90 segundos em repouso, o motor de fusão prevê a deriva de pressão entre pacotes usando a lei dos gases ideais e um modelo térmico da cavidade do pneu, corrigindo essa previsão sempre que uma nova medição RF chega, em um ciclo padrão de predição-atualização de Kalman.
Quando os acelerômetros a bordo do sensor detectam uma queda rápida de pressão, eles mudam para um modo de transmissão rápida, enviando atualizações a cada poucos segundos em vez de a cada minuto. O software de fusão precisa detectar essa transição de modo e encurtar a janela de confiança do filtro adequadamente, para que um estouro genuíno seja relatado em segundos, em vez de ser suavizado como ruído do sensor.